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Turismo
Antonina
Originou-se a partir da busca de ouro nos estuários da localidade em meados do século XVII e passou a se chamar Antonina, em 1797, em homenagem a D. Antônio, filho de D. João VI e Dona Carlota Joaquina.
É uma cidade de construções históricas entre as quais se destacam suas igrejas - a Igreja de São Benedito foi refúgio religioso dos escravos -, a Fonte da Carioca, a Praça Coronel Macedo, o Theatro Municipal, o complexo industrial Matarazzo da época do ciclo da erva-mate e todo o seu setor histórico de importância arquitetônica.
Antonina também está composta de belezas naturais, com o recanto do Rio Nunes, a Prainha, a Ponta da Pita (formação rochosa da baía), o Pico Paraná – o maior do sul do Brasil com 1962 m - e o rio Cachoeira, que é aproveitado junto com o rio Capivari pela Usina Hidrelétrica Governador Parigot de Souza. Veja mais informações sobre a cidade no site www.antonina.com.br;

Morretes
Fundada em 1721, Morretes tem este nome por causa do seu relevo, formado por inúmeros morros. Entre as paisagens naturais do local se destacam: rio Nhundiaquara, navegado pelos descobridores no século XVI e conhecido atualmente pela prática de esportes como canoagem, bóia-cross e pescaria; Prainhas, onde se espraia o rio e se encontram vestígios da trilha do Itupava; Salto Redondo (30m de queda livre), Salto dos Macacos (70m de queda), Véu de Noiva (também 70m) e Cascata dos Marumbistas (de 50m, perto do Pico Marumbi, de 1539m, excelente para montanhistas); Caminhos Coloniais que surgiram por necessidade com a colonização e hoje são percorridos por turismo ecológico.
Quanto à importância histórica de Morretes temos a Casa Rocha Pombo (agora um centro cultural), o Porto de Cima, a Estação Ferroviária, a Rua das Flores, o Marco Zero e as igrejas de São Sebastião do Porto de Cima, de São Benedito (construída em 1765) e a Matriz de Nossa Senhora do Porto.
Informações sobre a cidade no site www.morretes.com.br

Matinhos
Em meados do século XIX começou a colonização de Matinhos, conhecida como Namorada do Paraná por ter sua emancipação no dia 12 de junho. Possui 36 balneários, muitos rios, morros e ilhas agradáveis para visitar. Entre os balneários se encontram Gaivotas, Praia Grande e Caiobá. Da praia de Caiobá vemos a ilha das Tartarugas ou do Farol, com a flora bastante rica. Os principais morros que cercam a cidade são o Morro do Boi (de 160m, com trilhas que vão até o mar, locais para pesca, parapente e escalada técnica) e o Morro do Escalvado ou da Cruz (de 260m, com vista para muitas praias e cidades do litoral).
A natureza é uma das preocupações do município. Prova disso é o Museu Ecológico João José Bigarella que conta com minerais, conchas, corais, crustáceos e outros animais em seu acervo e o Parque Estadual do Rio da Onça, importante para a preservação do ecossistema no litoral.
Informações sobre Matinhos no site www.matinhos.com.br.

Pontal do Paraná
É um município criado recentemente que não nega seus antepassados índios, sua colonização européia e sua tradição na pesca.
São 22 Km de praias (dos 50 km de praias que possui o litoral paranaense) em 48 balneários de boa qualidade, além do Arquipélago dos Currais – um dos mais importantes quando se trata de aves marinhas brasileiras – e do Rio Guaraguaçu, no qual durante o percurso se vê a área dos manguezais e as matas rasteiras da Floresta Atlântica.
Entre os principais balneários encontramos Monções, Praia de Leste, Guarapari, Ipanema, Shangri-lá e Pontal do Sul. Em Pontal do Sul está o Centro de Estudos Marinhos da Universidade Federal do Paraná e o embarcadouro para a famosa Ilha do Mel, cujos principais pontos turísticos são a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres ou Fortaleza da Barra (construída em 1767), o Farol das Conchas (feito em 1872 por ordem de Dom Pedro II), a Gruta das Encantadas e a Capela de São Francisco.
Mais informações www.pontaldoparana.com.br

Paranaguá
É o município mais antigo do Estado. Sua baía, chamada de Grande Mar Redondo pelos índios, entrou para a história em 1880 quando recebeu a visita de D. Pedro II para o lançamento da pedra fundamental da conhecida Estrada de Ferro, inaugurada em 1885. Em 1935 foi terminada a construção do Porto que é hoje o primeiro da América Latina em movimentação de grãos e grande atração turística.
Além de contemplar o mar, quem visita Paranaguá não pode deixar de conhecer seus museus (Museu do Instituto Histórico e Geográfico Nacional e Museu de Arqueologia e Etnologia), a Fonte Velha que abasteceu a cidade a partir do século XVII, suas igrejas (entre elas a de Nossa Senhora do Rocio, padroeira do Paraná que hoje recebe fiéis do pais todo através de romarias) o palácio do Visconde de Nácar e o palácio São José, a casa de Monsenhor Celso e o Teatro da Ordem.
Visite Paranaguá – acesse http://www.paranagua.com.br/ e veja mais detalhes.

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